A Árvore (resumo)
Numa ilha do Japão havia uma linda e grande árvore. Os japoneses, grandes amantes da natureza adoravam aquela árvore. Das tardes de Verão sentavam-se á sua sombra. Até os estrangeiros ficavam maravilhados com aquela árvore.
Os anos passando e a árvore foram crescendo. Cresceu tanto que aquela ilha ficou completamente á sombra daquela árvore. Com este problema, as plantas não apanhavam sol, nem as casas nem as pessoas. A ilha ficou doente e sem cor.
Para resolver este problema a população da ilha reuniu-se passados alguns dias, decidiram, com muita tristeza, a bater aquela árvore. Era a única solução. No seu lugar plantavam cerejeiras por não cresceram muito.
Depois da árvore cortada viram que toda a ilha ficou cheia com toda a sua madeira. Logo a desfizeram e distribuíram muita da sua madeira pele a sua população da ilha para fazer recordações da árvore. Apenas sobrou enorme troco. Com ele a população decidiu construir uma enorme e linda barca. Deixaram o troco secar durante longos meses.
Mais tarde deitaram mãos à obra e, rapidamente, construíram uma grande e linda barca. Entretanto as cerejeiras iam crescendo bastante e portanto os habitantes daquela ilha começaram a festejar a cerejeira e flor. Todos enriqueciam com os negócios que fizeram de ilha em ilha enquanto navegavam na sua barca.
Depois de alguns anos prosperidade e felicidade marinheiros e calafates deram uma triste notícia aos habitantes daquela ilha japonesa: a barca estava a apodrecer toda a população então em pânico. Sem barca não há negócio nem passeio. Foram os comerciantes que deram a ideia de comprar a madeira com o dinheiro acumulado com os negócios feitos com a barca. A população aplaudiu á ideia. Meses mais tarde a barca nova estava construir mas os habitantes olhavam triste a sua velha barca. Por estar podre, toda a madeira foi queimada. Apenas o mastro foi poupando por se encontrar em bom estado. Como última recordação daquela grandiosa árvore, do mastro se fez uma biwa, uma espécie de guitarra japonesa, e todas perceberam que a memória daquela árvore habitava o instrumento, sempre que o músico fazia vibrar as suas cordas.
No período passado, fizeram o mesmo com a adaptação da obra Ulisses de Maria Aberta Menéres. Vejam o resultado...
No período passado, fizeram o mesmo com a adaptação da obra Ulisses de Maria Aberta Menéres. Vejam o resultado...
Ulisses (resumo)
Ulisses era um rei de Ítaca respeitado e adorado por todos.
Vivia feliz como qualquer pessoa normal com sua mulher Penélope e seu filho pequeno Telémaco. Um dia Paris, príncipe Troiano, raptou Helena, Rainha grega, o que provocou a guerra entre os dois reinos. Ulisses, contrariado, foi com o seu exército cercar Tróia. Ao fim de dez anos, usando com manha um cavalo gigante de madeira para se infiltrar com os seus homens, Ulisses entrou nas muralhas e assim venceu a guerra e estava pronto para regressar a Itaca.
De regresso a Ítaca, o barco onde Ulisses e tripulação viajavam foi afastado da rota por fortes correntes marítimas. Foram, assim arrastados para as ilhas da Ciclópia. Aí confrontaram-se se com polifémo o mais temido ciclope daquela ilha. Morreram muitos homens ao escapar deste gigante.
Saídos da Ciclópia, navegaram e aportaram na Eólia onde o rei Eolo, Deus dos Ventos, o quis ajudar a regressar a Ítaca. Para isso ofereceu a Ulisses um saco contendo os ventos mais violentos. Ulisses devia manter segredo e o saco fechado para prevenir tragédias. Foram os seus marinheiros que abriram por curiosidade e provocaram uma enorme tempestade os atirou de volta para a Eólia. Eolo, zangado, não quis ajudar Ulisses. Consertaram o barco e regressaram ao mar.
Aportaram mais tarde em novas ilhas. Ulisses ficou no barco enquanto os marinheiros passeavam na ilha. Ao ver que, mais tarde, os seus homens não regressavam, e ao ouvir o relato de Euríluco dizendo que Circe havia transformado os seus marinheiros em porcos, saiu para socorrê-los. Ulisses, com a ajuda de Minerva, salvou os companheiros sem cair nos feitiços de Circe.
Ulisses disse aos seus marinheiros que o deixassem sozinho na Ilha dos Infernos. Lá, de entre todas as almas, Ulisses falou com a sua mãe que lhe contou o que se passava em Ítaca. Penélope estava obrigada a escolher um novo rei mas ia com muita astúcia adiando esse casamento esperando o regresso de Ulisses. Encontrou o profeta Tirésias que lhe relatou o mesmo que sua mãe. De seguida conheceu Tântalo que, castigado pelo que faz em vida, não conseguia comer nem beber. Conheceu também Sísifo que estava condenado, para toda a eternidade, a carregar um enorme rochedo colina acima que depois rolava colina abaixo.
Ulisses que já não aguentava mais chamou os marinheiros para sair das ilhas dos infernos.
Perto do mar das sereias, todos colocaram cera nos ouvidos, menos Ulisses, que queria ouvir o canto das sereias, ignorando os perigos que corria. Foi, no entanto, preso a um mastro para que não se atirasse à água. Ulisses sobreviveu com muita agonia e sofrimento.
Numa viagem muito acidentada, Ulisses perdeu todos os seus marinheiros.
Único sobrevivente do último naufrágio, Ulisses foi encontrado sem memória numa praia da ilha da Córcira. Ao ouvir a sua história, o rei da Córcira ofereceu a Ulisses um novo barco e tripulação para regressar a Ítaca. Os marinheiros deixaram Ulisses numa praia de Ítaca e regressaram à Córcira. Minerva transforma-o em mendigo para que ninguém o reconhecesse na sua própria terra. Ulisses dirigiu-se a casa de um velho amigo que não o reconheceu mas ele contou que a artimanha de Penélope tinha sido descoberta.
Telémaco, regressado de procurar o seu pai foi ter a casa de Eumeu onde Ulisses se encontrava disfarçado de mendigo.
Todos zombaram daquela figura, menos Penélope que teve pena do mendigo e lhe disse para entrar, beber e comer. Pediu à empregada que lavasse os pés do mendigo. A empregada descobriu que se tratava de Ulisses ao reconhecer a cicatriz que este sempre teve no joelho. Ulisses pediu-lhe segredo e dormiu no seu palácio. Durante a noite, Telémaco recolheu todas as armas. Ulisses, ainda como mendigo, colocou-se entre os pretendentes que o insultaram e humilharam. Neste momento Ulisses revelou a sua verdadeira identidade de forma surpreendente e poderosa. Junto com o seu filho Telémaco mataram ou expulsaram todos os pretendentes. Ulisses estava de volta à sua família, ao seu palácio, ao seu povo.
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