segunda-feira, 30 de maio de 2011

Resumos

          Depois de lida e bem explorada esta obra de Sophia de Mello Breyner Andersen estes alunos quiseram aplicar o que têm aprendido no decurso das aulas de Língua Portuguesa: Técnicas de Resumo.


A Árvore (resumo)

Numa ilha do Japão havia uma linda e grande árvore. Os japoneses, grandes amantes da natureza adoravam aquela árvore. Das tardes de Verão sentavam-se á sua sombra. Até os estrangeiros ficavam maravilhados com aquela árvore.
Os anos passando e a árvore foram crescendo. Cresceu tanto que aquela ilha ficou completamente á sombra daquela árvore. Com este problema, as plantas não apanhavam sol, nem as casas nem as pessoas. A ilha ficou doente e sem cor.
Para resolver este problema a população da ilha reuniu-se passados alguns dias, decidiram, com muita tristeza, a bater aquela árvore. Era a única solução. No seu lugar plantavam cerejeiras por não cresceram muito.
Depois da árvore cortada viram que toda a ilha ficou cheia com toda a sua madeira. Logo a desfizeram e distribuíram muita da sua madeira pele a sua população da ilha para fazer recordações da árvore. Apenas sobrou enorme troco. Com ele a população decidiu construir uma enorme e linda barca. Deixaram o troco secar durante longos meses.
Mais tarde deitaram mãos à obra e, rapidamente, construíram uma grande e linda barca. Entretanto as cerejeiras iam crescendo bastante e portanto os habitantes daquela ilha começaram a festejar a cerejeira e flor. Todos enriqueciam com os negócios que fizeram de ilha em ilha enquanto navegavam na sua barca.
Depois de alguns anos prosperidade e felicidade marinheiros e calafates deram uma triste notícia aos habitantes daquela ilha japonesa: a barca estava a apodrecer toda a população então em pânico. Sem barca não há negócio nem passeio. Foram os comerciantes que deram a ideia de comprar a madeira com o dinheiro acumulado com os negócios feitos com a barca. A população aplaudiu á ideia. Meses mais tarde a barca nova estava construir mas os habitantes olhavam triste a sua velha barca. Por estar podre, toda a madeira foi queimada. Apenas o mastro foi poupando por se encontrar em bom estado. Como última recordação daquela grandiosa árvore, do mastro se fez uma biwa, uma espécie de guitarra japonesa, e todas perceberam que a memória daquela árvore habitava o instrumento, sempre que o músico fazia vibrar as suas cordas.


No período passado, fizeram o mesmo com a adaptação da obra Ulisses de Maria Aberta Menéres. Vejam o resultado...

Ulisses (resumo)

Ulisses era um rei de Ítaca respeitado e adorado por todos.
Vivia feliz como qualquer pessoa normal com sua mulher Penélope e seu filho pequeno Telémaco. Um dia Paris, príncipe Troiano, raptou Helena, Rainha grega, o que provocou a guerra entre os dois reinos. Ulisses, contrariado, foi com o seu exército cercar Tróia. Ao fim de dez anos, usando com manha um cavalo gigante de madeira para se infiltrar com os seus homens, Ulisses entrou nas muralhas e assim venceu a guerra e estava pronto para regressar a Itaca.
De regresso a Ítaca, o barco onde Ulisses e tripulação viajavam foi afastado da rota por fortes correntes marítimas. Foram, assim arrastados para as ilhas da Ciclópia. Aí confrontaram-se se com polifémo o mais temido ciclope daquela ilha. Morreram muitos homens ao escapar deste gigante.
Saídos da Ciclópia, navegaram e aportaram na Eólia onde o rei Eolo, Deus dos Ventos, o quis ajudar a regressar a Ítaca. Para isso ofereceu a Ulisses um saco contendo os ventos mais violentos. Ulisses devia manter segredo e o saco fechado para prevenir tragédias. Foram os seus marinheiros que abriram por curiosidade e provocaram uma enorme tempestade os atirou de volta para a Eólia. Eolo, zangado, não quis ajudar Ulisses. Consertaram o barco e regressaram ao mar.
Aportaram mais tarde em novas ilhas. Ulisses ficou no barco enquanto os marinheiros passeavam na ilha. Ao ver que, mais tarde, os seus homens não regressavam, e ao ouvir o relato de Euríluco dizendo que Circe havia transformado os seus marinheiros em porcos, saiu para socorrê-los. Ulisses, com a ajuda de Minerva, salvou os companheiros sem cair nos feitiços de Circe.
Ulisses disse aos seus marinheiros que o deixassem sozinho na Ilha dos Infernos. Lá, de entre todas as almas, Ulisses falou com a sua mãe que lhe contou o que se passava em Ítaca. Penélope estava obrigada a escolher um novo rei mas ia com muita astúcia adiando esse casamento esperando o regresso de Ulisses. Encontrou o profeta Tirésias que lhe relatou o mesmo que sua mãe. De seguida conheceu Tântalo que, castigado pelo que faz em vida, não conseguia comer nem beber. Conheceu também Sísifo que estava condenado, para toda a eternidade, a carregar um enorme rochedo colina acima que depois rolava colina abaixo.
Ulisses que já não aguentava mais chamou os marinheiros para sair das ilhas dos infernos.
Perto do mar das sereias, todos colocaram cera nos ouvidos, menos Ulisses, que queria ouvir o canto das sereias, ignorando os perigos que corria. Foi, no entanto, preso a um mastro para que não se atirasse à água. Ulisses sobreviveu com muita agonia e sofrimento.
Numa viagem muito acidentada, Ulisses perdeu todos os seus marinheiros.
Único sobrevivente do último naufrágio, Ulisses foi encontrado sem memória numa praia da ilha da Córcira. Ao ouvir a sua história, o rei da Córcira ofereceu a Ulisses um novo barco e tripulação para regressar a Ítaca. Os marinheiros deixaram Ulisses numa praia de Ítaca e regressaram à Córcira. Minerva transforma-o em mendigo para que ninguém o reconhecesse na sua própria terra. Ulisses dirigiu-se a casa de um velho amigo que não o reconheceu mas ele contou que a artimanha de Penélope tinha sido descoberta.
Telémaco, regressado de procurar o seu pai foi ter a casa de Eumeu onde Ulisses se encontrava disfarçado de mendigo.
Todos zombaram daquela figura, menos Penélope que teve pena do mendigo e lhe disse para entrar, beber e comer. Pediu à empregada que lavasse os pés do mendigo. A empregada descobriu que se tratava de Ulisses ao reconhecer a cicatriz que este sempre teve no joelho. Ulisses pediu-lhe segredo e dormiu no seu palácio. Durante a noite, Telémaco recolheu todas as armas. Ulisses, ainda como mendigo, colocou-se entre os pretendentes que o insultaram e humilharam. Neste momento Ulisses revelou a sua verdadeira identidade de forma surpreendente e poderosa. Junto com o seu filho Telémaco mataram ou expulsaram todos os pretendentes. Ulisses estava de volta à sua família, ao seu palácio, ao seu povo.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Ciclo do Pão


Seguem-se as opiniões destes nossos artesãos que com afinco trabalharam numa enorme maqueta que todos puderam apreciar cá na escola. Deu trabalho mas todos concordam que valeu a pena.


A minha participação no projecto da maqueta foi a realização dos milheiros.
 Os materiais usados foram: palitos, papel de seda, fita-cola de pintor e cola. Com estes materiais construí os milheiros desde a primeira fase até á última fase de crescimento da planta.
 Adorei fazer este trabalho, aprendi muito em realiza-lo.
Ana, n.º1

Gostei de fazer o moinho porque foi divertido.            
Bento, nº2


Eu gostei muito de trabalhar na maqueta porque aprendi a fazer muitas coisas novas que nunca tinha feito.
 Eu e o João fizemos a casa minhota com muita ajuda dos professores.
Daniel, n.º3


Gostei muito de ter trabalhado na maqueta porque aprendi coisas novas.
Espero que se tentarem fazer uma maqueta também gostem de a fazer.
João, n.º4


Eu gostei muito de trabalhar neste Projecto. Construí o carro de bois em parceria com o Nuno.
 Realizei a maioria das alfaias agrícolas e pintei o relevo. Também dei uma mãozinha aos colegas com mais dificuldades e atrasados nos trabalhos.
Jorge, n.º5


Eu gostei muito da maqueta. Participei com a construção do espigueiro minhoto.
Tive muita ajuda dos professores para realiza-lo.
Gostei deste trabalho porque ficou muito realista e também as outras turmas gostaram da maqueta, diziam que estava bonita.
Cheguei a pensar que não íamos concluir a maqueta, mas no final até valeu a pena.

Leandro, nº6


Eu gostei de fazer o arado e as juntas de vacas em miniatura.
Gostei de fazer o trabalho com o Tiago.
 Marco, nº7


Eu fiz as árvores na maqueta e gostei de as fazer. Utilizei a técnica do amasso, desenhei e recortei as folhas e depois colei-as às arvores. Por fim, pintei as árvores com tinta.
O material usado foram jornais, fita cola de pintor e tintas de spray.
Foi na disciplina de Oficina de Artes. 
Micaela, nº8


A nossa turma  fez uma maqueta sobre o Ciclo do pão.
Cada aluno fez vários trabalhos. Eu participei na realização da vegetação e do milho.
Gostei muito deste trabalho.
Foi através dele que eu aprendi a fazer uma maqueta.  
Sara,nº9


O meu contributo na construção da maqueta foi importante.
Eu estive a fazer a construção das personagens em arame, de seguida, revesti-as com pasta de papel. Depois de secar a pasta de papel fomos para a pintura. Pintamos de acordo com o vestuário típico. A professora teve de dar uns retoques nas personagens…
Depois fui ajudar as minhas colegas a acabar de fazer os milheiros para a maqueta.
A minha opinião é que eu nunca pensava que ia ficar tão fixe. Acho que foi o melhor trabalho feito à mão.
Sónia Marisa ,nº11


Eu na maqueta construí as diversas personagens e ainda colaborei na realização das árvores e dos milheiros.
As personagens foram feitas com uma estrutura em arame e revestidas com pasta de papel. Por fim, foram pintadas com tintas e as cores usadas caracterizam o vestuário típico do Minho.
Eu adorei trabalhar na maqueta e principalmente porque aprendi mais “coisas”.

Sónia Costa, n.º12

Cartazes para divulgar o blog
Em Formação Cívica deitamos mãos à obra para divulgar ainda mais o nosso blog. Elaboramos cartazes para o fazer. Começamos pelo estudo dos textos, imagens e cor. Depois utilizamos o programa Publisher para os informatizar.
No final a professora deu uns pequenos “retoques” nos cartazes.

Fica aqui uma mostra do que foi feito.
Dêem  as vossas opiniões.

Sónia Marisa e Sónia Costa, 6.ºPCA
Este é o cartaz feito pelo Jorge


Este foi o Tiago quem o fez


E este é o do Leandro
Não é por nada mas... Estes cartazes estão muito fixes, não acham?
O 6º PCA continua a surpreender! Desta vez envolve Banda Desenhada.
Vê este filmezinho e comprova.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Engendrando Mecanismos...




Cisne que sobe e desce
O meu mecanismo é muito simples de fazer, mas tive muito apoio dos professores.
Eu fiz uma estrutura em cartão e construí uma roda aguda para colocar no eixo. Ao dar à manivela esta faz mover o cisne.
Sónia Marisa







O meu mecanismo 
Tracei e recortei duas rodas em cartão.
Fiz a estrutura em cartão e as aberturas para colocar as rodas.
Coloquei os eixos nas rodas e por fim o elástico.
Uma roda faz andar a outra pela força que dou na manivela.

Micaela
Mecanismo

Este mecanismo foi desenvolvido para aplicar na construção da maqueta. No meu mecanismo construí uma estrutura em cartão, para suportar as duas rodas. Em seguida meti os eixos com dois paus de espetadas. Coloquei um elástico que dando à manivela numa das rodas movimenta-se e faz movimentar a outra roda.
Sónia Costa

Os pássaros que sobem e descem 
Este mecanismo é simples e fácil de fazer.
Os pássaros vão subir e descer alternadamente.
Utilizando apenas um pequeno motor, cartão, arame e cola.
Construir este mecanismo foi uma experiência divertida e pensativa.
Foi uma forma de aplicarmos os conhecimentos sobre Energia dados em EVT.
João Fernandes















O meu mecanismo   
Eu gostei de fazer o meu mecanismo porque nunca tinha feito um.
O meu  mecanismo é todo feito em cartão. Tem duas rodas, uma manivela e um elástico.
Para funcionar dou à manivela e esta faz andar a outra roda através do elástico preso nas duas.
Marco Pinheiro   



Pássaro que sobe e desce
O meu mecanismo foi feito de material reciclado. É um mecanismo simples que se movimenta através de uma manivela que faz subir e descer um pássaro.
Este foi o meu mecanismo.

Ana Rita

Barco
O meu mecanismo é um barco.
Serve para andar na água.
É feito de cartão.

Sara   


O meu mecanismo  
O meu mecanismo é uma caixa feita de cartão. Tem duas rodas, um elástico e uma manivela. Para funcionar dou  à manivela e começa a andar a roda mandante que transmite o movimento à outra através do elástico que as prende.
Gostei muito de fazer um mecanismo. Não sabia e aprendi muitas coisas interessante.


Leandro

O meu mecanismo 
Tracei e recortei duas rodas em cartão.
Fiz a estrutura em cartão e as aberturas para colocar as rodas.
Coloquei os eixos nas rodas e por fim o elástico.
Uma roda faz andar a outra pela força que dou na manivela.


Micaela

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Espectacular visita ao Soajo e Lindoso


Os alunos do 6.ºPCA visitaram no passado dia 24 de Janeiro, os 24 espigueiros e a eira comunitária no Soajo e também a barragem e o Castelo do Lindoso - Arcos de Valdevez.
Com esta visita pretendíamos conhecer o património da nossa região relacionado com a cultura tradicional do milho.
A visita foi para nos ajudar a desenvolver o projecto que se intitula “Profissões, usos e costumes ligados ao ciclo do milho” e que pretende a construção de uma maqueta com mecanismos simples.
No caminho de regresso paramos para ver a barragem do Lindoso onde se produz a energia hidroeléctrica. Depois fomos ao Lindoso visitar os 70 espigueiros e o castelo.
No fim, fizemos uma pequena paragem para lanchar e retomamos o percurso de regresso à escola.
Se precisam de provas... aqui ficam algumas fotos.

Barragem do Lindoso. O Nuno queria dar um mergulho!!!

Milagre! O 6º PCA visitou o castelo do Lindoso e...
deixou-o de pé!!!

O que se guarda nestes espigueiros? Robalos?

Um condomínio fechado de espigueiros.

Nós todos a trabalhar... para o bronze.



A turma do 6.ºPCA

6.º PCA tem novo projecto

O desafio da nossa turma é construir uma maqueta representando o ciclo do pão.
Vamos utilizar mecanismos para fazer movimentar a água, a mó e alguns personagens.
Já deitamos mãos à obra e fomos visitar, na aula de AO, um moinho de água em Carreiras Santiago. Em HGP, o professor mostrou-nos um filme sobre a cultura tradicional do milho no Minho e em LP estamos a trabalhar a canção “Milho verde”.
                  Brevemente iremos ao Soajo, visitar os espigueiros e a eira comunitária.
Estas saídas ao meio irão ajudar a perceber e a conhecer as tradições e os costumes ligados à cultura do milho e à produção do pão.



Aos poucos vamos dar conta do nosso projecto.
Fiquem atentos.

A turma do 6.ºPCA



Visita de Estudo ao Moinho de Água
Aqui ficam as nossas opiniões acerca de uns momentos bem passados.



Os alunos do 6º PCA, na aula de Oficina de Artes saíram ao meio para visitar um moinho em Carreiras Santiago.
Fomos a pé e foi muito divertido. Aprendemos como se secavam e malhavam as espigas do milho, como era feita a moagem no moinho e como se cozia o pão.
Vimos o espigueiro, o moinho onde se fazia a moagem do milho e do centeio, a eira e dentro do moinho havia parte de uma cozinha tradicional com lareira.
Cada aluno fazia parte de um grupo e cada grupo tinha de colocar questões à D. Conceição, que era a dona do moinho. Também tinha de fazer registos gráficos (desenhos) e registos fotográficos.
No final  tiramos uma foto todos juntos com a proprietária do moinho.
De seguida regressamos à escola, todos muito alegres como fomos.
Gostei muito desta visita de estudo e espero que os meus colegas tenham gostado tanto como eu.
 Ana Rita Ferreira, nº1



Gostei de ver a água a correr no rio parecia uma cascata.
Também gostei de ver o moinho mas a mó estava parada.
  
                                   Bento Castro, N.º2


Eu gostei muito de ir ver o moinho.
Achei interessante e espero que gostem se lá forem.
Tive um bocado de pena porque ele não estava a funcionar.
Foi divertido porque tinha uma cascata pequena muito bonita
   
João Gonçalves, n.º4

O Espigueiro

Gostei como a D. Conceição nos explicou como se moía o milho, fazia pão e secava e guardava o milho no espigueiro.
Gostei de ver “estas coisas” de antigamente.
Jorge Pinto, n.º5


A ida ao moinho em Carreiras  S. Tiago foi muito bonita.
Eu gostei porque aprendi muitas coisas. Aprendi que o moinho funcionava de dia e de noite e que, para andar tinha que a água cair com força. Eu pensava que o moinho tinha uma coisa tipo uma ventoinha.
  
Leandro Faria, n.º6

A masseira


Gostei de ir visitar o moinho.
O moinho tinha uma cozinha onde se fazia o pão.
No exterior havia um rio.
  
Marco Pinheiro, n.º7


Foi muito interessante ir visitar o moinho de água em Carreiras Santiago.
Aprendi muito, como por exemplo que a mó moía o milho e que a farinha dos cantos da mó era a melhor, por ser mais fina. Também aprendi como se fazia  a moagem do milho e o pão no forno a lenha. Fiquei a saber que, depois da massa do pão feita, desenhava-se uma cruz por cima para benzer o pão e para que este levedasse bem.
Gostei muito desta saída ao meio.

Micaela Araújo, n.º 8

O forno


Gostei muito porque aprendi coisas novas.

Nuno Gonçalves, n.º9


A Turma do 6º PCA, no dia 13 de Janeiro, fez uma visita de estudo a um moinho de água, em Carreiras Santiago.
Saímos da escola pelas 15h e chegámos lá às 15h 30 min, onde fomos recebidos pela Dona Conceição, que é a proprietária do moinho. Quando lá chegámos, depois de uma caminhada de 30 minutos, cumprimentámos a D. Conceição, em seguida convidou-nos a entrar e levou-nos até ao moinho. Começou-nos a mostrar o moinho que tinha duas mós. Depois, explicou como se moía. Também tinha lá uma caixa em madeira que era para a  farinha. Mostrou-nos uma balança décimal, uma peneira, uma caixa de madeira que era a meia rasa, a masseira e o forno do pão. Depois de vermos tudo e colocarmos questões, a professora e a minha colega de grupo tiraram fotos. Eu e a turma tiramos uma fotografia com D. Conceição.
Eu gostei muito desta visita de estudo porque nunca tinha visto um moinho e com ela aprendi muito.

Sara Azevedo, n.º10


Entrada do moinho

    No dia 13 de Janeiro, fomos visitar um moinho em Carreiras S. Tiago. Fomos a pé com a professora Madalena Sousa e o professor Carlos Esteves.
Quando chegamos ao moinho falamos com a D. Conceição, a proprietária do moinho, que nos mandou entrar para vermos o moinho. A lareira estava acesa porque a lâmpada tinha fundido.
Começamos a fazer perguntas à D. Conceição sobre como se fazia o pão, a moagem e os espigueiros.
No fim das questões tiramos fotografias à masseira onde se amassava a massa para fazer o pão; à peneira onde se tirava a farinha mais fina; à balança em madeira para pesar o milho ou a farinha; a meia rasa que era uma medida e que levava cerca de 6kg de farinha; às mós do moinho e ao forno onde se punha o pão a cozer.
Antes de nos virmos embora tiramos uma fotografia com a D. Conceição.
Com esta saída ao meio aprendi e vi muitas coisas sobre a vida das pessoas muito mais velhas.
Nós fomos a esta visita de estudo porque temos um projecto: fazer uma maqueta sobre o ciclo do pão.
Eu gostei muito da visita ao moinho.

Sónia Marisa Pereira, n.º11

A mó
     Adorei ir visitar o moinho de água. Aprendi muitas coisas que não sabia . Agora podemos aplicá-las no projecto que vamos fazer.
     Adorei esta visita de estudo.

Sónia Costa, n.º 12



Eu gostei de ir à visita de estudo porque foi interessante. Vi a masseira onde se fazia a massa do pão e uma caixa em madeira que era a meia rasa.
  
Tiago Domingues, n.º13

A Dª. Conceição foi quem nos explicou todo o processo de fabrico do pão.